O mesmo curso, sete salas. O que varia não é a formação, é o espaço.

O resultado global do curso mantém-se acima de 4,40 em todos os polos com base suficiente, numa escala de qualidade de cinco pontos. A avaliação das instalações varia 0,93 pontos entre o melhor e o pior caso. É esta leitura, por local de realização, que separa o que é qualidade formativa do que é espaço físico, e que dirige o investimento em curso.
A mesma formação, sete leituras
| Polo | Respostas | Instalações | Resultado global | Instalações com 1 ou 2 |
|---|---|---|---|---|
| Oeiras | 38 | 4,11 | 4,47 | 2,6% |
| Lisboa | 290 | 3,77 | 4,54 | 11,7% |
| Braga | 31 | 3,42 | 4,42 | 19,4% |
| Porto | 130 | 3,40 | 4,40 | 20,8% |
| Coimbra | 108 | 3,40 | 4,57 | 25,0% |
| Viseu | 10 | 3,30 | 4,00 | 0,0% |
| Aveiro | 33 | 3,18 | 4,40 | 36,4% |
| Outros locais | 13 | Base insuficiente para leitura estatística: Cascais, Ericeira e São João do Estoril. | ||
Quadro · Leitura por polo, em escala de qualidade de cinco pontos, ordenada pelo item das instalações. «Instalações com 1 ou 2»: percentagem de classificações Insuficiente ou Suficiente nesse item, sobre as respostas do polo.
O quadro ordena-se pelo item das instalações, e a ordenação é a própria leitura: a coluna do resultado global quase não mexe, a das instalações desce 0,93 pontos do topo à base. A formação funciona em todo o lado; o que varia é a sala.
Onde o problema está, e onde não está
Aveiro, Coimbra e Porto concentram a insatisfação com o espaço, com 36,4, 25,0 e 20,8 por cento de classificações em Insuficiente ou Suficiente. No conjunto do ano, 43,3 por cento das respostas classificaram as instalações com 3 ou menos, pelo que o desvio não é episódico nem de um local único.
Oeiras, o polo mais recente da rede, apresenta o melhor resultado de infraestrutura, com 4,11 e apenas 2,6 por cento de respostas negativas. Viseu tem dez respostas e a sua leitura é indicativa: a média baixa convive com zero classificações negativas porque as respostas se concentram no ponto 3 da escala. E treze respostas de outros locais ficam declaradas, sem leitura estatística, para que ninguém pense que desapareceram.
Os meios audiovisuais acompanham o padrão, de 3,20 em Viseu a 4,24 em Oeiras. É essa coincidência de sinais que justifica tratar o espaço e a projeção como um único problema de infraestrutura, com uma única resposta.
O que esta leitura mandou fazer
A localização é o que transforma um número numa decisão. A vistoria por polo, o plano de substituição de mobiliário e a instalação de telas de projeção dedicadas partem exatamente desta desagregação, e concentram-se nos polos onde o sinal é mais forte.
A execução é da Direção de Operações, com reavaliação do item no trimestre seguinte a cada intervenção e verificação de eficácia no quarto trimestre de 2026, em auditoria conduzida por pessoa independente da execução.
O plano completo, medida a medida, fecha a série a 31 de agosto. Como o instrumento apura estes valores está explicado na publicação de 10 de agosto. As próximas turmas, por polo e com datas, estão no calendário de formações.