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Inovar com propósito através da formação centrada no ser humano

Simulação pedagógica: porque se faz no início e no fim

Composição gráfica da série Percurso Aberto dedicada à Simulação Pedagógica Inicial e à Simulação Pedagógica Final.

No FPIF, a simulação pedagógica aparece duas vezes. A primeira acontece no início do percurso e ajuda a perceber o ponto de partida. A segunda acontece no final e permite observar aquilo que mudou pelo caminho.

Porque é que existem duas simulações?

Porque medir apenas o resultado final diz-nos onde a pessoa chegou, mas não mostra de onde partiu.

O curso começa por incluir uma Simulação Pedagógica Inicial e termina com uma Simulação Pedagógica Final.

Não são duas repetições da mesma coisa. Têm funções diferentes dentro do processo de avaliação.

MÓDULO 2 Simulação Pedagógica Inicial

Tem função diagnóstica. Ajuda a identificar conhecimentos e competências de partida e a definir a estratégia formativa adequada.

MÓDULO 9 Simulação Pedagógica Final

Integra a avaliação sumativa e permite observar o desenvolvimento das competências pedagógicas ao longo do percurso.

Quanto tempo ocupa cada uma?

Cada simulação corresponde a um módulo de 10 horas.

Ao contrário dos sete módulos intermédios, que combinam videoconferência, trabalho assíncrono e sessão síncrona, os módulos de simulação são realizados integralmente em videoconferência.

Momento Módulo Duração Função principal
Simulação Inicial 2 10h Avaliação diagnóstica e identificação do perfil de entrada.
Simulação Final 9 10h Avaliação das competências desenvolvidas no final do percurso.

Quadro · Estrutura das duas simulações pedagógicas prevista no Guia de Funcionamento FPIF, EAD-03, versão 1.0.

O que é observado entre uma e outra?

O Guia de Funcionamento define o reforço das competências pedagógicas através da análise comparativa entre a Simulação Pedagógica Inicial e a Simulação Pedagógica Final.

Na fase final, essa análise cruza-se também com outros elementos do trabalho desenvolvido durante o curso.

Entre eles estão o plano de sessão utilizado na simulação final, os recursos didáticos preparados, o desempenho no desenvolvimento da formação e a qualidade do módulo concebido no Projeto de Intervenção.

Então o tema escolhido é o mais importante?

A lógica da simulação não é transformar o curso num exame sobre um determinado conteúdo.

O que interessa é observar a forma como uma sessão é pensada e desenvolvida: como se organiza, como se utilizam os recursos e como se aplicam as competências pedagógicas trabalhadas durante o percurso.

É por isso que o plano de sessão, os recursos e o desempenho aparecem associados à análise da simulação final.

A comparação é a parte que interessa

Uma simulação isolada mostra um momento. Duas permitem olhar para a progressão.

A primeira cria uma referência de entrada. A segunda permite voltar a essa referência depois dos módulos intermédios e observar o percurso feito entre os dois momentos.

Que peso tem isto na avaliação final?

A Simulação Pedagógica Inicial integra a componente de Avaliação Diagnóstica, que corresponde a 10% da avaliação final.

No final do curso, a análise das competências pedagógicas desenvolvidas integra a avaliação sumativa. A componente de Competências Pedagógicas representa 30% da fórmula de avaliação final.

Isso não significa que a segunda simulação, sozinha, valha 30%. A componente é construída a partir dos instrumentos e elementos de avaliação definidos para esse domínio.